Quero a minha sensibilidade anterior! Quero a minha capacidade de auto-controlo de 2006 e antes! Quero o meu distanciamento aparente que me permitia ver as coisas mais esquisitas e permanecer com o rosto de cera!
Agora vejo um miúdo que nem é meu a cantar “Brilha, brilha lá no céu...” na festa de Natal da creche e... e... (até tenho vergonha) vêem-me as lágrimas aos olhos...
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Da gripe A e da sua vacina preventiva
Este texto foi escrito antes da Gripe A ser declarada lá em casa. De qualquer forma, continuo a ter a mesma opinião, apesar de já não ter de vacinar o meu filho:
Verdade seja dita às vezes tenho medo de pensar como penso. A consequência disso pode ser não imunizar o meu filho contra uma praga, pode ser não lhe dar os melhores cuidados de saúde, não lhe dar lugar nas melhores escolas, não ter previsto condições para debelar uma doença só por pretender elaborar mais do que os comuns meus pares ou por querer não viver com o medo constante das coisas que podem ou não acontecer.
Com a gripe A e a sua vacina é o mesmo. E tento sistematizar aquilo que penso da seguinte forma:
1 – Acredito nas qualidades médicas da vacina.
2 – Acredito na raridade das reacções adversas.
3 – Acredito também na gravidade da doença, na exacta mesma medida que todas as outras gripes são, em casos e condições excepcionais, muito graves ou fatais.
4 – Acho ainda que como motor da economia mundial, num contexto de crise, as farmacêuticas e os Estados têm o legítimo direito de estimular o consumo de medicamentos...
Posto isto, e porque o meu filho felizmente é saudável, porque a nossa médica de família, feitas as perguntas certas, me disse que “nunca sabemos como ele vai reagir mas à partida tem todas as condições para se curar da gripe A e das outras”, decidimos não vacinar o X. Com medo, é certo, mas mesmo assim a preferir ter este medo da decisão consciente do que decidir igual aos outros por ter medo.
Verdade seja dita às vezes tenho medo de pensar como penso. A consequência disso pode ser não imunizar o meu filho contra uma praga, pode ser não lhe dar os melhores cuidados de saúde, não lhe dar lugar nas melhores escolas, não ter previsto condições para debelar uma doença só por pretender elaborar mais do que os comuns meus pares ou por querer não viver com o medo constante das coisas que podem ou não acontecer.
Com a gripe A e a sua vacina é o mesmo. E tento sistematizar aquilo que penso da seguinte forma:
1 – Acredito nas qualidades médicas da vacina.
2 – Acredito na raridade das reacções adversas.
3 – Acredito também na gravidade da doença, na exacta mesma medida que todas as outras gripes são, em casos e condições excepcionais, muito graves ou fatais.
4 – Acho ainda que como motor da economia mundial, num contexto de crise, as farmacêuticas e os Estados têm o legítimo direito de estimular o consumo de medicamentos...
Posto isto, e porque o meu filho felizmente é saudável, porque a nossa médica de família, feitas as perguntas certas, me disse que “nunca sabemos como ele vai reagir mas à partida tem todas as condições para se curar da gripe A e das outras”, decidimos não vacinar o X. Com medo, é certo, mas mesmo assim a preferir ter este medo da decisão consciente do que decidir igual aos outros por ter medo.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
gripe a, aha! ãn? ahahahaha!
Acabou hoje finalmente o período de reclusão do X. Foram sete dias contadinhos desde segunda passada fechado em casa, não vá pegar a gripe a alguém. Gripe A, sim senhores, pelo menos é o que crê a equipe médica "Neste momento, há 80% de probabilidades" disse a médica.
O X está são, só não digo como um pero porque esses não têm pernas para andarem a correr pela casa toda, o dia todo, todos os dias. O X está bem, ainda a tomar tamiflu e antibiótico, porque o bicho agarrou-se a um pulmão e a ideia foi dá-lo profilaticamente antes de a virose dar origem a infecções bacterianas...
Na noite pior - a primeira - a febre subiu aos 39,5º, já havia tosse, eu suspeitei de dores de cabeça e finalmente a diarreira. Da urgência do Hospital D. Estefânia, passámos, já com máscara para o Pavilhão da Gripe, onde fomos atendidos bem e rapidamente. E ao terceiro dia já ele estava fino. No nosso caso, pelo menos, nada de razões para ter medos.
O X está são, só não digo como um pero porque esses não têm pernas para andarem a correr pela casa toda, o dia todo, todos os dias. O X está bem, ainda a tomar tamiflu e antibiótico, porque o bicho agarrou-se a um pulmão e a ideia foi dá-lo profilaticamente antes de a virose dar origem a infecções bacterianas...
Na noite pior - a primeira - a febre subiu aos 39,5º, já havia tosse, eu suspeitei de dores de cabeça e finalmente a diarreira. Da urgência do Hospital D. Estefânia, passámos, já com máscara para o Pavilhão da Gripe, onde fomos atendidos bem e rapidamente. E ao terceiro dia já ele estava fino. No nosso caso, pelo menos, nada de razões para ter medos.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Parabéns Patanisca!!!!!!!
A minha Patanisca, que não é minha, mas que é a minha amiga mais pequena, fez ontem 8 anos. Falei com ela ao telefone e só pensava “meu deus, que grande que está.” Discurso organizado, fala pausadamente e com uma alegria enorme na voz. Quando é que eu te conheci Patanisca? Tinhas 4 anos? Não, tinhas menos... Ainda eras quase uma bebé... O tempo passa mesmo a correr. Tu tens 8, o JD dá pela cintura à minha irmã e o X... também já não é um bebé... é um rapazinho! E há um efeito comum a todos vós, tal como escreveu a tua mãe: fazem-nos ser pessoas melhores! Obrigada!
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Movimento quê?
Chegou à minha caixa do correio, o seguinte COMUNICADO DE IMPRENSA:
“Movimento Pijaminha”
O Instituto Português de Oncologia de Lisboa, Francisco Gentil, E.P.E., tomou conhecimento que, mais uma vez, se encontra a ser efectuada uma acção de recolha de pijamas para os seus doentes da Pediatria, no que se apelida de “Movimento Pijaminha”. Perante este facto, esclarece-se que não foi realizada nenhuma solicitação pelo IPO de Lisboa e que a mesma representa um uso abusivo do seu nome. Com o objectivo de prevenir o eventual aproveitamento da situação por entidades que pretendam obter proveitos ilegítimos, solicita-se que se tenha em conta o presente esclarecimento.
Aconselhamos que no futuro, por uma questão de precaução, seja confirmado sempre junto da Instituição quaisquer campanhas realizadas em nome do IPO”.
Para mais informações por favor contactar:
secretaria.geral@ipolisboa.min-saude.pt e *Telf. 217229814 Fax. 21 7229840
“Movimento Pijaminha”
O Instituto Português de Oncologia de Lisboa, Francisco Gentil, E.P.E., tomou conhecimento que, mais uma vez, se encontra a ser efectuada uma acção de recolha de pijamas para os seus doentes da Pediatria, no que se apelida de “Movimento Pijaminha”. Perante este facto, esclarece-se que não foi realizada nenhuma solicitação pelo IPO de Lisboa e que a mesma representa um uso abusivo do seu nome. Com o objectivo de prevenir o eventual aproveitamento da situação por entidades que pretendam obter proveitos ilegítimos, solicita-se que se tenha em conta o presente esclarecimento.
Aconselhamos que no futuro, por uma questão de precaução, seja confirmado sempre junto da Instituição quaisquer campanhas realizadas em nome do IPO”.
Para mais informações por favor contactar:
secretaria.geral@ipolisboa.min-saude.pt e *Telf. 217229814 Fax. 21 7229840
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Mudança da hora
Andava eu a acordar o X às 8h00 ou ele a acordar-me pouco antes disso. Muda a hora e zás!!! Acordo novamente às 7h00...
Andava eu a correr para ir buscar o X antes das 18h30 para que visse o que restava ainda do dia. Muda a hora e zás!!! Sai à noite, noite cerrada.
Quem é que ganha com isto?
Deve ser o X que já sabe dizer "lua lá em cima."
Andava eu a correr para ir buscar o X antes das 18h30 para que visse o que restava ainda do dia. Muda a hora e zás!!! Sai à noite, noite cerrada.
Quem é que ganha com isto?
Deve ser o X que já sabe dizer "lua lá em cima."
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