terça-feira, 29 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Somos felizes?????
Somos 2 milhões de pobres. E somos felizes? Acordem! Acordem! Não chega termos uma linda família!
É preciso que a linda família possa crescer, se possa educar, possa modificar-se!
Quando alguém fica doente, a família fica com fome para ter dinheiro para os tratamentos. Quando temos um velho a cargo e ele fica acamado, é difícil tê-lo connosco e continuarmos a trabalhar. Quando chegam as férias não sabemos onde colocar as crianças ou gastamos demasiado dinheiro. Quando perdemos o emprego ficamos em pânico. Quando temos emprego trabalhamos horas a mais e ganhamos dinheiro de menos. Quando temos sorte temos emprego, a grande maioria agora tem recibo verde. Quando temos uma desavença não fazemos queixa em tribunal com medo das despesas. Quando vamos ao hospital temos que rezar para não sermos enxovalhados.
Somos felizes? Então porque é que anda tudo mal disposto?
Testemunho: eu não sou feliz! Há demasiadas coisas a funcionar mal no meu quotidiano que me limitam a felicidade. Sim, tenho uma linda família. Mas também tenho olhos! E andam bem abertos!
É preciso que a linda família possa crescer, se possa educar, possa modificar-se!
Quando alguém fica doente, a família fica com fome para ter dinheiro para os tratamentos. Quando temos um velho a cargo e ele fica acamado, é difícil tê-lo connosco e continuarmos a trabalhar. Quando chegam as férias não sabemos onde colocar as crianças ou gastamos demasiado dinheiro. Quando perdemos o emprego ficamos em pânico. Quando temos emprego trabalhamos horas a mais e ganhamos dinheiro de menos. Quando temos sorte temos emprego, a grande maioria agora tem recibo verde. Quando temos uma desavença não fazemos queixa em tribunal com medo das despesas. Quando vamos ao hospital temos que rezar para não sermos enxovalhados.
Somos felizes? Então porque é que anda tudo mal disposto?
Testemunho: eu não sou feliz! Há demasiadas coisas a funcionar mal no meu quotidiano que me limitam a felicidade. Sim, tenho uma linda família. Mas também tenho olhos! E andam bem abertos!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Estou doente...
Acabo de olhar para a parcelas do descontos no recibo de vencimento. Tanto dinheiro que eu aplicava bem aplicado dado afinal para quê?!!!!!!
Descobrir aos domingos
Já foi um mas os próximos 3 domingos prometem ser igualmente animados. Os jardins da Gulbenkian vão receber contadores de histórias, histórias, livros e mais histórias. Às 11h00, começam as actividades para os mais pequenos e as acções prolongam-se até à noite com histórias para maiores de 16 anos. O programa completo está disponível na Gulbenkian. Vemo-nos lá?
quinta-feira, 24 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Breve resumo dos últimos 16 dias e algumas considerações políticas descobertas no caminho
Casa-trabalho-casa-trabalho-casa-trabalho-casa-trabalho-casa-trabalho-casa-trabalho-casa-trabalho-casa-trabalho-casa-trabalho-casa-trabalho-casa-trabalho-casa-trabalho-casa-trabalho-casa-trabalho-casa-trabalho... não assim de repente não me lembro de ter feito outra coisa... ah! Também levei trabalho para casa! Isto foi mesmo original!
Eu sou de esquerda. De uma esquerda estranha que acho que não existe. De uma esquerda que acredita que as oportunidades devem ser iguais para todos; que a escola é a instituição principal para que isso possa acontecer. Que a casa de partida não deve condicionar determinantemente o futuro de cada um. De uma esquerda que acredita no trabalho como possibilidade de aceder a uma vida mais confortável. Que quer conforto, que é eloquente, que não tem preconceitos, que não tem auto preconceitos, que quer enriquecer sem que isso tenha que significar empobrecimento alheio.
Por isso, sou pela competência profissional. Sou pela boa organização das tarefas. Sou pelo cumprimento do horário de trabalho. Sou pela redução do horário de trabalho e contra as horas perdidas a não fazer nenhum. Sou contra as horas extraordinárias.
Depois, sou contra um Estado pseudo-democrático em que a escola está feita para uma média, quando a moda é muito pior. Sou contra uma escola que não tem consideração pelos que não percebem. Sou contra uma escola facilitista que combate o insucesso escolar com passagens administrativas, sem combater realmente o analfabetismo. Sou contra uma escola que não permite aos mais espertos avançar. Sou contra um sistema escolar. Sou pelas escolas locais, administradas localmente considerando as características da sua população. Sou contra uma escola que inclui. Sou pela escola que dá espaço.
Sou contra a esquerda que debita Marx e outros portentos sem os ter lido. Sou contra a citação a propósito de tudo e de nada. Sou contra a esquerda que finge ser democrática mas que nem no seio de uma discussão de café ou de blogue é capaz de ouvir argumentos diferentes. Sou contra o insulto. Sou pela argumentação até à exaustão. E também sou pelo encontro, pela possibilidade de ver no outro um capacidade de razão. Sou contra a irredutibilidade. Sou pela reunião. Pela concórdia.
Finalmente, sou contra as gajas de direita que não têm opinião política e acham que são o centro do mundo porque nasceram numa boa casa. Sou a favor das mulheres de direita que têm opinião própria e que percebem que os seus privilégios não são os de toda a gente. Sou pelas pessoas que conseguem olhar para o lado, mesmo se o seu umbigo está bem forrado.
Pergunta: há para aí algum partido político que me queira acolher?
Eu sou de esquerda. De uma esquerda estranha que acho que não existe. De uma esquerda que acredita que as oportunidades devem ser iguais para todos; que a escola é a instituição principal para que isso possa acontecer. Que a casa de partida não deve condicionar determinantemente o futuro de cada um. De uma esquerda que acredita no trabalho como possibilidade de aceder a uma vida mais confortável. Que quer conforto, que é eloquente, que não tem preconceitos, que não tem auto preconceitos, que quer enriquecer sem que isso tenha que significar empobrecimento alheio.
Por isso, sou pela competência profissional. Sou pela boa organização das tarefas. Sou pelo cumprimento do horário de trabalho. Sou pela redução do horário de trabalho e contra as horas perdidas a não fazer nenhum. Sou contra as horas extraordinárias.
Depois, sou contra um Estado pseudo-democrático em que a escola está feita para uma média, quando a moda é muito pior. Sou contra uma escola que não tem consideração pelos que não percebem. Sou contra uma escola facilitista que combate o insucesso escolar com passagens administrativas, sem combater realmente o analfabetismo. Sou contra uma escola que não permite aos mais espertos avançar. Sou contra um sistema escolar. Sou pelas escolas locais, administradas localmente considerando as características da sua população. Sou contra uma escola que inclui. Sou pela escola que dá espaço.
Sou contra a esquerda que debita Marx e outros portentos sem os ter lido. Sou contra a citação a propósito de tudo e de nada. Sou contra a esquerda que finge ser democrática mas que nem no seio de uma discussão de café ou de blogue é capaz de ouvir argumentos diferentes. Sou contra o insulto. Sou pela argumentação até à exaustão. E também sou pelo encontro, pela possibilidade de ver no outro um capacidade de razão. Sou contra a irredutibilidade. Sou pela reunião. Pela concórdia.
Finalmente, sou contra as gajas de direita que não têm opinião política e acham que são o centro do mundo porque nasceram numa boa casa. Sou a favor das mulheres de direita que têm opinião própria e que percebem que os seus privilégios não são os de toda a gente. Sou pelas pessoas que conseguem olhar para o lado, mesmo se o seu umbigo está bem forrado.
Pergunta: há para aí algum partido político que me queira acolher?
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