Quando me perguntam como é que o meu filho fala tão bem eu não sei responder. Falo com ele como uma pessoa normal? O video que descobri hoje explica bastante bem como é que fazemos em casa. Eu pensava que toda a gente fazia assim, mas pelos vistos não...
segunda-feira, 23 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Bye, bye Estefânia?
A Maternidade do Hospital Dona Estefânia está a fechar. Devagarinho, discretamente, para que ninguém dê pelo encerramento. No mesmo dia em que recebi a carta para a consulta de referência na Estefânia, a das 36 semanas, saiu apenas uma notícia no DN sobre a fusão dos dois serviços de maternidade: o da Estefânia e da Maternidade Alfredo da Costa. A data apontada para o fecho deste serviço - fecham o bloco de partos e as urgências - é 6 de Junho. O meu bebé deve nascer no princípio de Agosto. Mas continuam a marcar consultas para a Estefânia... Sou só eu que acho isto um absurdo?
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segunda-feira, 16 de maio de 2011
Gravidez não é doença?
Experimenta lá, ò velha do autocarro,
andar com uma mochila que pese uns dez quilos amarrada à barriga.
Põe o dobro do peso do peito que tens normalmente em cada mama.
Sente o calor e a tensão baixa como se já estivesses no pico do Verão.
Admira os teus finos pés e tornozelos tão inchados que nem os reconheces.
E depois diz-me porque te espantas quando eu te explico
que gravidez não é doença mas é quase
e por isso, com licença, eu vou sentada.
É claro que se pedires com jeitinho e educação sou capaz de me levantar. Assim não, tenho muita pena.
andar com uma mochila que pese uns dez quilos amarrada à barriga.
Põe o dobro do peso do peito que tens normalmente em cada mama.
Sente o calor e a tensão baixa como se já estivesses no pico do Verão.
Admira os teus finos pés e tornozelos tão inchados que nem os reconheces.
E depois diz-me porque te espantas quando eu te explico
que gravidez não é doença mas é quase
e por isso, com licença, eu vou sentada.
É claro que se pedires com jeitinho e educação sou capaz de me levantar. Assim não, tenho muita pena.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Das tretas sobre o desemprego
Os desempregados são calões, não querem trabalhar. Com a ideia peregrina do grupo de reflexão do PSD, que defende a penalização na reforma de quem tenha recorrido ao subsídio de desemprego, não me espantei. Afinal sabemos que tais grupos são formados por pessoas que não têm problemas de empregabilidade e talvez por isso sejam pouco sensíveis aos problemas de quem está desempregado...
Choca-me mais quando o cidadão comum afirma violentamente, como ouvi hoje no fórum da TSF,
Esta ideia até podia ser bonita num cenário de pleno emprego. Quando há mais de 11% de desempregados num país esta ideia ofende. Ofende quem trabalha há 10 anos e de um dia para o outro ficou desempregado. Ofende quem trabalha há 20, nunca parou, foi melhorando progressivamente na sua carreira, mudou a convite para um emprego melhor, mas sem a segurança de um contrato sem termo, e de repente ficou sem emprego. Ofende quem trabalhou 40 anos numa fábrica e de repente a fábrica fechou e ficou sem emprego.
O país está como Pinhel, onde fecham fábricas de sapatos e não há outro lugar para ir trabalhar, como a Guarda, onde as fábricas de queijo diminuem a produção e reduzem o número de empregados e não há outro lugar para ir trabalhar, como Lisboa, onde se fecham serviços especializados e não há lugares congéneres para ir trabalhar e a experiência acumulada de cada um é um obstáculo a encontrar emprego noutra área.
Não há emprego. Não há trabalho. A economia está em recessão. A maioria das pessoas não tem qualificações ou capacidades pessoais para criar o seu próprio emprego. Não há mercado para nenhum sector actualmente, que não seja a exportação. As pessoas não têm um fundo de maneio que lhes permita criar emprego, porque trabalharam sempre apenas para conseguirem pagar as contas de cada mês, sem conseguirem fazer economias, porque os salários são baixíssimos. A partir dos 35 anos começa a ser-se velho demais para que as empresas invistam nestas pessoas.
O tipo de gente que fala daquela forma acha que há empregos? Há 600 mil empregos por ocupar? Há 600 mil pessoas que não querem trabalhar? E o desemprego que aí vem? É concerteza porque há muito mais gente sem vontade de trabalhar... Benza-os deus!
Choca-me mais quando o cidadão comum afirma violentamente, como ouvi hoje no fórum da TSF,
“quem está no subsídio de desemprego devia passar a dever ao Estado e pagar o valor que recebe, progressivamente, ao Estado quando encontrasse emprego, para encontrar emprego mais depressa.”Eu olhei para o rádio e disse alto várias vezes “espero que amanhã fiques desempregado."
Esta ideia até podia ser bonita num cenário de pleno emprego. Quando há mais de 11% de desempregados num país esta ideia ofende. Ofende quem trabalha há 10 anos e de um dia para o outro ficou desempregado. Ofende quem trabalha há 20, nunca parou, foi melhorando progressivamente na sua carreira, mudou a convite para um emprego melhor, mas sem a segurança de um contrato sem termo, e de repente ficou sem emprego. Ofende quem trabalhou 40 anos numa fábrica e de repente a fábrica fechou e ficou sem emprego.
O país está como Pinhel, onde fecham fábricas de sapatos e não há outro lugar para ir trabalhar, como a Guarda, onde as fábricas de queijo diminuem a produção e reduzem o número de empregados e não há outro lugar para ir trabalhar, como Lisboa, onde se fecham serviços especializados e não há lugares congéneres para ir trabalhar e a experiência acumulada de cada um é um obstáculo a encontrar emprego noutra área.
Não há emprego. Não há trabalho. A economia está em recessão. A maioria das pessoas não tem qualificações ou capacidades pessoais para criar o seu próprio emprego. Não há mercado para nenhum sector actualmente, que não seja a exportação. As pessoas não têm um fundo de maneio que lhes permita criar emprego, porque trabalharam sempre apenas para conseguirem pagar as contas de cada mês, sem conseguirem fazer economias, porque os salários são baixíssimos. A partir dos 35 anos começa a ser-se velho demais para que as empresas invistam nestas pessoas.
O tipo de gente que fala daquela forma acha que há empregos? Há 600 mil empregos por ocupar? Há 600 mil pessoas que não querem trabalhar? E o desemprego que aí vem? É concerteza porque há muito mais gente sem vontade de trabalhar... Benza-os deus!
quinta-feira, 12 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
As novidades que todos querem, verdade?
A contrariar a má disposição com que ando, fruto de um pessimismo que não me é habitual, venho aqui escrever um texto para dar as novidades mais importantes - estas sim são boas!
A cria que está na minha barriga é uma miúda! E sim, está a família toda em pulgas por termos um casalinho... Apesar de querer muito acreditar que a roupa do X servirá à criatura, e de repetir constantemente que é imoral não aproveitar o que temos, já me ando a derreter com as pecinhas de roupa. Ontem na H&M quase comprava uma t-shirt com lacinhos... mas resisti!
Já entrei no terceiro trimestre!!! Com tanto rebuliço na minha vida, esta gravidez parece que está a passar depressa.
A miúda que aí vem é grandalhona e a piscina que a envolve é adequada, o que quer dizer que já tenho uma barriga desmesurada e ela nada, nada, nada constantemente.
Como se vê fui atacada pelo micróbio da maternidade e estou quase a transformar-me numa baby blogger a sério. Mas resisto! Não porei fotografias, nem falarei do meu peso, nem do percentil. Querida mãe preocupada, estás neste momento a fazer de anjinho da minha consciência. Obrigada!
A cria que está na minha barriga é uma miúda! E sim, está a família toda em pulgas por termos um casalinho... Apesar de querer muito acreditar que a roupa do X servirá à criatura, e de repetir constantemente que é imoral não aproveitar o que temos, já me ando a derreter com as pecinhas de roupa. Ontem na H&M quase comprava uma t-shirt com lacinhos... mas resisti!
Já entrei no terceiro trimestre!!! Com tanto rebuliço na minha vida, esta gravidez parece que está a passar depressa.
A miúda que aí vem é grandalhona e a piscina que a envolve é adequada, o que quer dizer que já tenho uma barriga desmesurada e ela nada, nada, nada constantemente.
Como se vê fui atacada pelo micróbio da maternidade e estou quase a transformar-me numa baby blogger a sério. Mas resisto! Não porei fotografias, nem falarei do meu peso, nem do percentil. Querida mãe preocupada, estás neste momento a fazer de anjinho da minha consciência. Obrigada!
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Carta de reclamação à Optimus, mas também serve para as outras
Exmo.s Sr.s,
pela terceira vez o meu prédio recebeu hoje a visita de um comercial vosso com o propósito de vender pacotes de tv por causa da fibra óptica.
Pela terceira vez as informações prestadas pelo vosso comercial estão incorrectas, a saber e cito:
Na minha tentativa de esclarecer o comercial que hoje bateu à minha porta sobre os factos errados do seu discurso, o senhor resolveu ofender-me. Resta-me pois esclarecer os meus vizinhos acerca de prazos e equipamentos necessários, nomeadamente o que se refere aos aparelhos de televisão comprados depois de 2009 que não necessitam de qualquer outro equipamento para acederem ao sinal de TDT.
Resta-me ainda pedir-vos o favor de informarem devidamente as vossas equipas para que não ocorram novas visitas com este discurso.
Agradeço a atenção dispensada. Os melhores cumprimentos,
pela terceira vez o meu prédio recebeu hoje a visita de um comercial vosso com o propósito de vender pacotes de tv por causa da fibra óptica.
Pela terceira vez as informações prestadas pelo vosso comercial estão incorrectas, a saber e cito:
- se não subscrever um serviço de fornecimento vai deixar de ver televisãoComo cada um dos comerciais faz o mesmo tipo de discurso, resta-me concluir que os responsáveis por esta acção estão a prestar as informações erradas aos vosso comerciais, o que nada abona a favor da honestidade da Optimus.
- ou então tem de comprar uma box, o que ainda lhe sai mais caro.
Na minha tentativa de esclarecer o comercial que hoje bateu à minha porta sobre os factos errados do seu discurso, o senhor resolveu ofender-me. Resta-me pois esclarecer os meus vizinhos acerca de prazos e equipamentos necessários, nomeadamente o que se refere aos aparelhos de televisão comprados depois de 2009 que não necessitam de qualquer outro equipamento para acederem ao sinal de TDT.
Resta-me ainda pedir-vos o favor de informarem devidamente as vossas equipas para que não ocorram novas visitas com este discurso.
Agradeço a atenção dispensada. Os melhores cumprimentos,
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