Obrigada a quem inventou o dia do pai, o dia da mãe, o dia dos avós, o dia da família, o dia da criança, o dia da árvore, o dia do piriquito e de outras coisas começadas por P, já que estes nos proporcionam a ida à escola 3 horas antes da hora a que saimos habitualmente do trabalho, em 3 semanas seguidas, para termos a certeza que somos bons pais e fizemos todas as atividades com as criancinhas - fotografias, colagens, canções, etc!
Amanhã, dizem-me ao ouvido, é dia do Volkswagen. É para ir de carro do povo para a escola, mesmo sendo sábado?
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sexta-feira, 16 de maio de 2014
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Crianças que falam
Quando me perguntam como é que o meu filho fala tão bem eu não sei responder. Falo com ele como uma pessoa normal? O video que descobri hoje explica bastante bem como é que fazemos em casa. Eu pensava que toda a gente fazia assim, mas pelos vistos não...
domingo, 21 de março de 2010
Diferença básica entre o macho e a fêmea
Macho:
Tenho o sr. sentado aqui ao lado a tentar escrever qualquer coisa que complete e frase "ser pai é...". É um trabalho de casa vindo da escola a propósito do dia 19. Pensa, pensa, suspira, escreve e esgatafunha. Sim, porque tem um papel de rascunho. Só o passa a limpo quando estiver perfeitinho. Estará a criar um poema? Uma coisa pirosa?
Fêmea:
Estou mesmo a ver-me no dia da mãe a escrever no papel cor de rosa respectivo. Só que vai ser de rajada, fica logo entregue, que eu agora tenho uma reunião, e depois passo no mercado e a seguir já cá estou outra vez, já a pensar no jantar. Ah! está riscado? dê cá que eu faço um desenho por cima. Pronto já está! Adeus até logo.
Temos em comum isto que sentimos por um filho é grande como tudo e faz-nos choramingar...
Tenho o sr. sentado aqui ao lado a tentar escrever qualquer coisa que complete e frase "ser pai é...". É um trabalho de casa vindo da escola a propósito do dia 19. Pensa, pensa, suspira, escreve e esgatafunha. Sim, porque tem um papel de rascunho. Só o passa a limpo quando estiver perfeitinho. Estará a criar um poema? Uma coisa pirosa?
Fêmea:
Estou mesmo a ver-me no dia da mãe a escrever no papel cor de rosa respectivo. Só que vai ser de rajada, fica logo entregue, que eu agora tenho uma reunião, e depois passo no mercado e a seguir já cá estou outra vez, já a pensar no jantar. Ah! está riscado? dê cá que eu faço um desenho por cima. Pronto já está! Adeus até logo.
Temos em comum isto que sentimos por um filho é grande como tudo e faz-nos choramingar...
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Creches e jardins-de-infância caros e sem vagas
A maioria dos pais estão insatisfeitos com a oferta de creches e jardins-de-infância na sua área de residência, revela o nosso inquérito a 2900 pais. O Algarve é a zona com piores resultados.
Cerca de 2 em 5 famílias com crianças em creches garante que este encargo é uma parcela importante nas finanças. Por criança, gastam um valor de referência mensal de € 150 numa creche e € 110 num jardim-de-infância. Mas o custo chega a ultrapassar, em Lisboa, os € 300 mensais. Em 80% dos casos, os pais inscrevem os filhos antes de começarem a frequentar a instituição, em média, 5 meses antes.
Metade das mães inquiridas ficou 5 meses em casa com o bebé, com salário reduzido. No regresso ao trabalho, 20% enfrentaram problemas: 9% sentiram hostilidade do chefe ou colegas, enquanto 7% não usufruíram das horas de amamentação a que têm direito.
Mais de 30% das crianças permanecem mais de 9 horas na creche, o que é sinónimo de mais tempo em frente do ecrã. Nas creches, mais de 70% vê televisão e tal acontece quase todos os dias para mais de metade. Nos jardins-de-infância, a esmagadora maioria (90%) vê televisão e, segundo os pais, esta rotina é quase diária para 43 por cento.
A DECO reivindica que as creches e jardins-de-infância, públicos ou privados, devem estar sob a alçada do Ministério da Educação. As creches, à semelhança de outros países europeus, como Espanha, Dinamarca, Finlândia e Suécia, devem deixar de ser encaradas apenas como um serviço social. Segundo dados de 2008 do Ministério do Trabalho e Segurança Social, a cobertura de creches e amas era de 30% e a dos jardins-de-infância, de 77 por cento. Esperamos que a promessa do Governo em aumentar a cobertura nacional não se fique pelas boas intenções. Além do bem-estar das crianças, está em causa o desenvolvimento do País.
in http://www.deco.pt/
Cerca de 2 em 5 famílias com crianças em creches garante que este encargo é uma parcela importante nas finanças. Por criança, gastam um valor de referência mensal de € 150 numa creche e € 110 num jardim-de-infância. Mas o custo chega a ultrapassar, em Lisboa, os € 300 mensais. Em 80% dos casos, os pais inscrevem os filhos antes de começarem a frequentar a instituição, em média, 5 meses antes.
Metade das mães inquiridas ficou 5 meses em casa com o bebé, com salário reduzido. No regresso ao trabalho, 20% enfrentaram problemas: 9% sentiram hostilidade do chefe ou colegas, enquanto 7% não usufruíram das horas de amamentação a que têm direito.
Mais de 30% das crianças permanecem mais de 9 horas na creche, o que é sinónimo de mais tempo em frente do ecrã. Nas creches, mais de 70% vê televisão e tal acontece quase todos os dias para mais de metade. Nos jardins-de-infância, a esmagadora maioria (90%) vê televisão e, segundo os pais, esta rotina é quase diária para 43 por cento.
A DECO reivindica que as creches e jardins-de-infância, públicos ou privados, devem estar sob a alçada do Ministério da Educação. As creches, à semelhança de outros países europeus, como Espanha, Dinamarca, Finlândia e Suécia, devem deixar de ser encaradas apenas como um serviço social. Segundo dados de 2008 do Ministério do Trabalho e Segurança Social, a cobertura de creches e amas era de 30% e a dos jardins-de-infância, de 77 por cento. Esperamos que a promessa do Governo em aumentar a cobertura nacional não se fique pelas boas intenções. Além do bem-estar das crianças, está em causa o desenvolvimento do País.
in http://www.deco.pt/
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