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terça-feira, 22 de março de 2011
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No mesmo dia em que perco um amigo, outro surge de onde não suspeitava. E é por isto (também) que a vida é uma beleza.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Sim saio, não não saio
Sim, quase pareço o Alberto João “saio não saio” ou o Manuel Alegre “candidato-me não me candidato.”
Estava zangada, frustrada, desiludida, na verdade, por não fazer a diferença. Tinha a ilusão de poder mudar, ainda que ligeiramente, o mundo, querendo converter duas frases numa só acção “Deixa o mundo melhor do que o encontraste” e “Pensa globalmente, age localmente.” Aquele comentário do anónimo veio elucidar-me a propósito da impossibilidade de alterar o rumo das coisas. Porque não se alteram cabeças.
As minhas amigas que comentaram os textos e que me disseram para não parar de escrever (obrigada! obrigada!), vieram confirmar a mesma percepção. No fundo, somos todas cabeças pensantes que já éramos antes de nos cruzarmos. No fundo, já tínhamos todas percepções semelhantes da realidade, mesmo se elas produzem opiniões diferentes. No fundo, une-nos a boa vontade e a capacidade de nos ouvirmos umas às outras. No fundo, querida Cris, não é sequer uma questão de cultura ou informação. É uma questão de boa formação e de atenção – coisas que todas temos!
E depois o aplauso da Mãe Preocupada. E o saber que fechou o blogue por esta mesma razão. E depois pensar “Porque é que são os maus que ganham sempre?” Porque é que (e tomando por princípio que nós somos os bons) porque é que os bons desistem, ficam cansados? Teorias sobre a ânsia do poder e outros bláblás de devem explicar porque é que os bons se tornam todos burgueses acomodados (acamados?). E como resultado os maus é que andam aí a decidir a maioria das coisas.
Portanto, 1º ponto: como já se suspeitava, continuarei a escrever aqui. 2º: sempre que possível, farei também análise política de outros temas para lá da maternidade, mas sempre em versão de mãe comum, que é a única que posso ter. 3º: actualizarei também o blogue com sugestões de leitura e de ocupação dos (poucos) tempos livres, baseados nas nossas experiências de família.
Obrigada a todas! & a todos!
Estava zangada, frustrada, desiludida, na verdade, por não fazer a diferença. Tinha a ilusão de poder mudar, ainda que ligeiramente, o mundo, querendo converter duas frases numa só acção “Deixa o mundo melhor do que o encontraste” e “Pensa globalmente, age localmente.” Aquele comentário do anónimo veio elucidar-me a propósito da impossibilidade de alterar o rumo das coisas. Porque não se alteram cabeças.
As minhas amigas que comentaram os textos e que me disseram para não parar de escrever (obrigada! obrigada!), vieram confirmar a mesma percepção. No fundo, somos todas cabeças pensantes que já éramos antes de nos cruzarmos. No fundo, já tínhamos todas percepções semelhantes da realidade, mesmo se elas produzem opiniões diferentes. No fundo, une-nos a boa vontade e a capacidade de nos ouvirmos umas às outras. No fundo, querida Cris, não é sequer uma questão de cultura ou informação. É uma questão de boa formação e de atenção – coisas que todas temos!
E depois o aplauso da Mãe Preocupada. E o saber que fechou o blogue por esta mesma razão. E depois pensar “Porque é que são os maus que ganham sempre?” Porque é que (e tomando por princípio que nós somos os bons) porque é que os bons desistem, ficam cansados? Teorias sobre a ânsia do poder e outros bláblás de devem explicar porque é que os bons se tornam todos burgueses acomodados (acamados?). E como resultado os maus é que andam aí a decidir a maioria das coisas.
Portanto, 1º ponto: como já se suspeitava, continuarei a escrever aqui. 2º: sempre que possível, farei também análise política de outros temas para lá da maternidade, mas sempre em versão de mãe comum, que é a única que posso ter. 3º: actualizarei também o blogue com sugestões de leitura e de ocupação dos (poucos) tempos livres, baseados nas nossas experiências de família.
Obrigada a todas! & a todos!
domingo, 7 de março de 2010
Boa manhã
Reunião de amigos grandes e pequenos em torno da ilustração infantil e das histórias que se contam por elas, como muitos livros à mão de semear. Vista e revista, com muito gosto, este ano no Museu da Electricidade, em Lisboa, chama-se Ilustrarte e já vai na quarta edição. Mais informações em http://www.ilustrarte.net/
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Dois anos do X
A festa na escola:
A música do sol tocada à viola por mim e cantada pelo X com alguns gestos para ensinar aos outros meninos. Ovinhos de percussão. O Cuquedo contado pela mãe e pelo filho.
O almoço de família:
Doze adultos à mesa para comer peru, cozinhado das 8h30 às 14h00, enquanto os primos não comem nada da excitação e andam ao rebolão por baixo da mesa.
A festa dos amigos:
Muitos, muitos, que chegaram quase de improviso e nos encheram a casa de alegria e crianças! Muitos abraços para todos! O meu coração ainda palpita.
Meu filho, muito obrigada! Tu és o melhor presente que já tive!
PS - Temos um gorro de orelhas da Lego, umas sandálias douradas dentro de uma cesta de palha e um chapéu de chuva laranja às bolas que não são nnossos.
A música do sol tocada à viola por mim e cantada pelo X com alguns gestos para ensinar aos outros meninos. Ovinhos de percussão. O Cuquedo contado pela mãe e pelo filho.
O almoço de família:
Doze adultos à mesa para comer peru, cozinhado das 8h30 às 14h00, enquanto os primos não comem nada da excitação e andam ao rebolão por baixo da mesa.
A festa dos amigos:
Muitos, muitos, que chegaram quase de improviso e nos encheram a casa de alegria e crianças! Muitos abraços para todos! O meu coração ainda palpita.
Meu filho, muito obrigada! Tu és o melhor presente que já tive!
PS - Temos um gorro de orelhas da Lego, umas sandálias douradas dentro de uma cesta de palha e um chapéu de chuva laranja às bolas que não são nnossos.
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